Fundos de Investimento

No Banco Finantia, disponibilizamos uma vasta seleção de fundos de investimento mobiliários geridos por algumas das mais reputadas sociedades gestoras a nível internacional.

Com o apoio da nossa equipa especializada em Banca Privada, ajudamo-lo a encontrar as soluções mais adequadas ao seu perfil, objetivos e horizonte de investimento, contando sempre com o nosso acompanhamento no serviço de consultoria para investimento.

Na Pesquisa de Fundos abaixo poderá encontrar os fundos de investimento com os quais trabalhamos habitualmente, bem como todas as informações e folhetos sobre os mesmos.

Pesquisa de Fundos

+ Rentáveis

Sustentabilidade

Geografia

Nome do fundo

Entidade gestora

Tipo de fundo

ISIN

Nível de risco

Pesquisa livre

Fundos disponíveis

*Year to Date – Rentabilidade desde o início do ano.
(relativa ao fecho do mês anterior)

Porquê investir em Fundos de Investimento?

01

Permitem investir numa carteira diversificada de ativos, ajudando a reduzir o risco global do investimento e potencializando o retorno expectável do seu portfólio.

03

Tornam possível o acesso a mercados e instrumentos financeiros que, de outra forma, estariam menos acessíveis ao investidor individual.

02

São geridos por equipas especializadas, que acompanham os mercados e ajustam as estratégias de forma ativa.

04

A maioria dos fundos permite o resgate das unidades de participação de forma relativamente rápida, dentro das condições previstas.

Entidades
Gestoras

Logótipo da gestora Amundi
Logótipo da gestora JP Morgan
Logótipo da gestora Schroders

Perguntas frequentes

São instrumentos financeiros constituídos por um património comum de vários investidores, gerido por uma sociedade gestora que aplica esse capital em diferentes ativos, como obrigações, ações ou instrumentos de mercado monetário, de acordo com a política de investimentos pré-estabelecida.

No Banco Finantia, comercializamos fundos de investimento geridos por três das mais reputadas gestoras a nível mundial.

  • Fundos do Mercado Monetário: Carteiras predominantemente compostas por instrumentos do mercado monetário, como depósitos a prazo e títulos de investimento com prazo de vencimento, em regra, inferior a um ano;
  • Fundos de Obrigações: Carteiras predominantemente constituídas por obrigações (títulos de dívida) emitidas por empresas privadas ou públicas, bem como por Estados ou outras entidades governamentais. São, tradicionalmente, menos suscetíveis ao risco;
  • Fundos de Ações: Carteiras maioritariamente constituídas por ações de empresas nacionais e internacionais. Podem oferecer rentabilidades mais atrativas, mas estão, por natureza, associadas a um nível de risco mais elevado.

Os fundos de investimento disponibilizados podem ser subscritos por investidores, particulares ou empresas, tendo em consideração os seus diferentes perfis de investidor.

As subscrições são efetuadas mediante instrução do cliente. O pedido é processado com “cotação em aberto”, o que significa que, consoante o fundo, o número de unidades de participação efetivamente subscritas só é conhecido num dos dias úteis seguintes ao pedido, em regra no 1.º ou 2.º dia útil.

O resgate do fundo, total ou parcial, é igualmente realizado mediante pedido do cliente. Dependendo do fundo, o resgate é processado ao valor da data do pedido, sendo esse valor, em regra, conhecido no dia útil seguinte.

Em ambos os casos, os pedidos de subscrição ou resgate podem ser efetuados presencialmente ou por email para o seu gestor de conta.

No caso de fundos de investimento nacionais, os rendimentos das unidades de participação obtidos por pessoas singulares residentes em Portugal são tributados por retenção na fonte à taxa liberatória de 28%, com opção pelo englobamento. As mais-valias resultantes do resgate das unidades de participação estão igualmente sujeitas a retenção na fonte definitiva à taxa de 28%.

Quando os rendimentos são pagos a investidores residentes que sejam pessoas coletivas, aplica-se uma retenção na fonte à taxa de 25%, com natureza de imposto por conta. Já os investidores não residentes que obtenham rendimentos de fundos de investimento mobiliário nacionais, incluindo mais-valias decorrentes do respetivo resgate ou liquidação, encontram-se isentos de IRS ou IRC.

Relativamente a fundos de investimento estrangeiros, os rendimentos distribuídos e as mais-valias resultantes da alienação onerosa ou do resgate das unidades de participação, obtidos por pessoas singulares residentes em Portugal, são tributados em sede de IRS à taxa de 28%.

O presente texto constitui um resumo do regime fiscal aplicável e não dispensa a consulta da legislação em vigor.

Tal como outros instrumentos financeiros, os fundos de investimento estão sujeitos a diferentes níveis de risco, que variam consoante a sua tipologia e a composição da carteira. Os fundos de investimento não oferecem garantia de retorno, uma vez que não é possível antecipar os rendimentos que poderão ser gerados no futuro.

Em regra, quanto maior for o nível de risco de um fundo, maior poderá ser o seu potencial de valorização. No entanto, esse potencial é acompanhado por um maior risco de perda do capital investido.

É igualmente importante considerar o risco de mercado, resultante das variações naturais de preços nos mercados em que cada fundo investe, bem como, quando aplicável, o risco cambial, associado à exposição da divisa do fundo à evolução do euro (EUR). Ambos podem traduzir-se tanto em ganhos como em perdas.

Os fundos de investimento são produtos financeiros regulados e estão sujeitos a registo e supervisão pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Compete à CMVM assegurar que os intermediários financeiros disponibilizam aos investidores informação periódica e atualizada sobre os fundos, bem como toda a restante informação relevante.

Para mais informações, sugerimos a consulta do documento Informação Complementar aos Clientes.

Os fundos de investimento permitem-lhe:

  • Aceder a mercados, ativos e oportunidades que, de outra forma, não estariam ao alcance da maioria dos investidores;
  • Diversificar os investimentos, distribuindo-os por diferentes valores mobiliários, mercados e moedas, contribuindo para uma redução global do risco;
  • Investir a médio e longo prazo, beneficiando, na maioria dos casos, de um elevado nível de liquidez;
  • Confiar a gestão dos ativos a especialistas, dedicados à performance individual de cada fundo.

Se tiver outras dúvidas sobre o Banco Finantia, consulte a página dedicada a Perguntas Frequentes.

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